O colégio dos jesuítas em tempos de nacionalização (1930-1945) O colégio dos jesuítas em tempos de nacionalização (1930-1945)
Para o padre prefeito do Colégio Catarinense - ambiente de formação secundária e católica preferido pela elite catarinense - a nova ordem nacional deveria vincular todos a uma mesma lei, tradição e língua, a um "mesmo amor" que chegava ao "auge do sacrifício". Mas se, de alguma maneira, esses discursos e práticas apontavam para um colaboracionismo dos padres jesuítas com o regime autoritário e nacionalista de Vargas, esses mesmos padres do Colégio, todos germânicos ou de descendência germânica, não conseguiam escapar das imagens veiculadas de antinacionais, identificando-os freqüentemente como abnegados defensores do germanismo. O objetivo desse trabalho é refletir sobre esse momento tenso e paradoxal na vida dessa instituição escolar católica.
O Colégio Catarinense - instituição escolar da Companhia de Jesus, que por cem anos vem oferecendo ensino, quase sempre, aos filhos da elite letrada e dirigente do Estado de Santa Catarina - iniciou suas atividades escolares em 15 de março de 1906. Sua emergência, em regime de internato e externato masculino, vinha da ineficácia do governo em garantir um instituto de ensino secundário público em Santa Catarina e da vontade da hierarquia católica em assegurar um colégio sem as feições liberais da Primeira República. Havia, outrossim, o receio também de que os protestantes estabelecessem um colégio e "pervertessem a ordem político-católica".1
O contexto republicano havia permitido que as disputas religiosas fossem travadas em campo aberto. Todavia, fossem quais fossem as razões e os jogos de poder envolvidos2, quiseram a hierarquia católica local e o governo do Estado garantir uma instrução com contornos modernos, civilizados, católicos e europeus. Civilizar as futuras lideranças políticas do Estado era a palavra de ordem, com o propósito de preparar jovens para cumprir os deveres de perfeitos cidadãos do Estado e da pátria. E assim, esperavam-se firmar na masculinidade branca e rica o domínio da esfera pública e a direção da utopia civilizadora.
Trazer os jesuítas de São Leopoldo (Rio Grande do Sul) e da Alemanha era, portanto, a condição sem a qual esse ideal poderia estar comprometido. Oportunizar a civilização e a catolicidade romana, dizia o vigário geral de Florianópolis, padre Francisco Topp, natural de Warendorf (Alemanha), dependia das ordens religiosas européias e das escolas. E o Colégio Catarinense, fundado pelos jesuítas da missão alemã, veio a se transformar no espaço privilegiado de formação e preparação de um novo sujeito.
Os anticlericais e oposicionistas à fixação do colégio concentravam suas críticas recorrendo aos ideais do ensino laico e de um patriotismo xenófobo. Os favoráveis aos padres da Companhia de Jesus, por sua vez, rebatiam as críticas ao reconhecerem retoricamente a competência dos jesuítas alemães na administração escolar e na instrução de alunos "pautada nos princípios da disciplina, da obediência, do respeito e dos bons exemplos".3 De qualquer maneira, embora os embates houvesse, o traço germânico dos formadores do colégio - naquilo que um imaginário social pode criar e conter sobre o outro - nem sempre foi bem compreendido e tampouco contava com a simpatia de muitos.
Não fora de estranhar que já naquele mesmo ano de 1906 "alguns padres professores não tiveram jeito para tratar com os brasileiros e voltaram para o continente europeu".4 E iniciada a década de 1930, diante do processo político de nacionalização, essa realidade tendeu ser mais tensa e conflitante, cheia de intrigas e sobressaltos.
O ativismo patriótico-nacional da década de 1930 passava ser a nova substância civilizacional. Em termos hegelianos, sem sermos, a civilização parecia fazer uma nova tentativa. De alguma forma, havia-se revelado a face oculta da "modernidade" e do "progresso" reservado a poucos. No espaço escolar deveria encontrar-se a "alma profunda do país", reduzindo-se a diversidade cultural a uma regra abstrata, orgânica e unânime. Não era mais um tempo de espera, mas de ação. Todos deveriam mostrar-se empenhados na construção de uma nação genuinamente brasileira, ligando-se a um código estereotipado do que supostamente deveria ser um brasileiro.
O Colégio Catarinense não passaria incólume a tais transformações. De igual modo às posições assumidas pela hierarquia católica local5, os padres jesuítas abriram-se para uma política de nacionalização, comprometendo-se com um projeto que visava à regeneração social e à recondução das diversas culturas a uma postura de identificação com os paradigmas de brasilidade.
Para o padre prefeito de 1938, a nova ordem nacional deveria vincular todos a uma mesma lei, tradição e língua, a um "mesmo amor" que chegava ao "auge do sacrifício". O jovem aluno que se queria civilizar deveria representar o ideal cristão e nacional.6 Enfim, estimulava-se e contribuía-se para o imaginário unificador, projetando-se uma sociedade homogênea e condenando-se - em nome do bem comum e do temor das dissidências - o recolhimento do sujeito em si mesmo.7
O padre prefeito continuaria a afirmar no relatório/anuário do colégio - publicado e distribuído anualmente entre pais, alunos e ex-alunos - que Getúlio Vargas teria, da sua parte, facilitado e harmonizado todos os membros da nação e deveriam, agora, professores e alunos do Colégio Catarinense, comprometer-se com a construção da pátria brasileira, pondo à disposição suas melhores forças.8 Por essa razão também, segundo o governador e interventor federal, Nereu Ramos, "o Colégio Catarinense deveria ser querido e amado dos brasileiros, porque a formação da nacionalidade lhe atestava a atividade fecunda e benfazeja".9
O tripé civilizatório - ética cristã, ciência profana e pátria - deveria ser levado a efeito pelos jesuítas, pois sintetizava o ideal nacional católico.
De imediato, foi facultado e, em 1938, interrompido no colégio o ensino de língua alemã e proibidas quaisquer manifestações de apoio às idéias estranhas à ordem. A língua pátria teria particular interesse. A maior parte do tempo das aulas era empregada na composição de redação no intuito de acostumar os alunos a manejarem com segurança e elegância o idioma vernáculo. Essas redações versavam sobre temas de interesse nacional e as melhores deveriam servir de modelo para as gerações futuras de alunos. Os periódicos do colégio - o boletim "Esperança Catarinense" e o jornal "O Mariano" - também serviam de espaço para divulgação e traduzia, de certa maneira, os ideais de brasilidade. Por isso, os professores de línguas estrangeiras restringiam-se a ensinar aos alunos os elementos gramaticais, ocupando-se muito pouco com o conteúdo literário e com seus autores. No ensino da História dava-se ênfase aos grandes vultos nacionais, situando o Brasil dentro do processo civilizatório das nações européias e do desenvolvimento econômico dos norte-americanos.
E não raras vezes, os inspetores federais registraram em seus termos de visita, "a dedicação que vinham dispensando ao ensino alguns professores do Colégio Catarinense e os seus esforços em auxílio à campanha de nacionalização que ora se empreendeu no país".10
Ademais, a difusão dos princípios patrióticos e do catolicismo romano não alcançaria somente o meio escolar. Editado e dirigido pelos jesuítas do Catarinense, o jornal O Apóstolo11 também se tornou o grande instrumento da hierarquia católica local para divulgar esses princípios, fornecendo instruções práticas e legitimando condutas políticas na luta contra os supostos erros do inimigo antinacional. E assim foi que a imprensa católica catarinense, revitalizada pelos jesuítas, patrocinou uma campanha de nacionalização, higienização, modernização e moralização contra o liberalismo, o comunismo e o espiritismo. Para o articulista jesuíta: "O Apóstolo era um suplemento indispensável ao púlpito e à escola católica; era o meio de publicidade ao nosso alcance para corrigir notícias e doutrinas errôneas e para difundir informações úteis sobre assuntos ou acontecimentos, fazendo-as penetrar no meio católico e, através dele, no próprio meio adverso".12
A idéia de ordenamento social também se dava através da impressão dos valores patrióticos e morais cristãos durante a formação catequética, as aulas de religião, as celebrações eucarísticas e os eventos cívico-religiosos, que serviam como instrumentos reguladores no agir prático cotidiano. Identificar-se com estes padrões ou estereótipos comportamentais sugeria a redefinição dos traços singulares das culturas antagônicas à tradição que se inventava.13 Ao se pretender formar os sujeitos dentro de um paradigma cultural e moral de brasilidade, deveriam dar-se condições a eles de combaterem os vícios degeneradores, tornando-os úteis à sociedade. Desejavam-se extirpar a mentalidade considerada antinacional e a interferência comunista.
Todavia, diante do perigo inventado e projetado, todos acabavam sendo convocados a vigiar a todos e a si mesmos. Tudo fazia supor a real possibilidade de um plano insidioso, montado para a conquista da nação brasileira, em que o todo e qualquer sujeito afastado dos espaços de controle social podiam perder-se. O imaginário do medo encerrava o perigo da divisão e permitia visualizar suspeitos e detratores da moral cristã e da pátria. Fabricavam-se inimigos da noite para o dia, sendo quase sempre concebidos como conspiradores. Espalhava-se a idéia do perigo alemão14, do terror dos jacobinos e das atrocidades do comunismo estalinista. Esse mar de fantasias imaginadas servia também para "encontrar alguém a quem se pudesse imputar seu mal, sobre quem se pudesse vingar de suas próprias decepções".15
E nesse sentido, se esses discursos, representações e práticas apontavam para um colaboracionismo dos padres jesuítas com o regime autoritário e nacionalista de Vargas, esses mesmos padres do Colégio, todos germânicos ou de descendência germânica, não conseguiam escapar das imagens veiculadas de antinacionais, identificando-os freqüentemente como abnegados defensores do germanismo.
Afinal, entendia-se que o cultivo da língua e das tradições germânicas por parte de alguns padres jesuítas poderia estar a dificultar a obra de nacionalização. Esse cenário ensejava, no mínimo, dúvidas quanto à real identificação com os códigos de brasilidade, ficando sujeitos a constantes denúncias. Dos muitos episódios, três marcariam esse momento tenso e paradoxal da vida do Ginásio. No trabalho intitulado "alguns dados sobre a história do Colégio Catarinense" de 1943, o padre Alvino Bertoldo Braun relatou em detalhes os três acontecimentos: o primeiro sobre um arsenal de guerra na chácara dos padres; o segundo sobre espiões nazistas no colégio; e o terceiro sobre o padre quinta-coluna e general nazista.
No primeiro episódio, o diretor do colégio fora chamado ao Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) para dar explicações sobre os armamentos e o arsênico apreendidos na chácara dos padres. Logo que chegara ao DOPS, protestou: - Vocês pensam talvez que nós somos alemães. Estão enganados! Nós somos brasileiros e reservistas. Depois, deu as explicações, apresentando as fichas de registro das armas. Antes de sair do DOPS, ainda acrescentou: - Olhe, Sr. chefe, isso é demais. Desconfiar de nós dessa maneira! Eu tenho vergonha de ser brasileiro, por ser tratado como um quinta-coluna. Sou reservista e sou gaúcho. Deixei o Rio Grande para vir trabalhar aqui e a gente é tratado como espião. isto é um desaforo! A denúncia teria partido dos moradores da vizinhança, alegando possíveis ligações dos padres com os alemães.
Numa outra ocasião, suspeitou-se de que no colégio havia um radiotransmissor a manter contato com a Alemanha ou com os temidos submarinos alemães, que se acreditava infestar os mares catarinenses. As interferências nas ondas de rádio no entorno do colégio confirmavam a suspeita. Após investigação policial e do próprio diretor, veio a se saber que era de um empregado, preparando-se para exame de radiotelegrafista. Para não gastar as pilhas de seu aparelho ligava-o na rede elétrica do colégio. Quando o manipulava, produziam-se supostos "sons secretos", possíveis de serem ouvidos nos rádios da vizinhança, mas impossíveis de serem decifrados.
O terceiro episódio, todavia, revelou-se mais dramático. Na cidade corriam boatos, acusando o padre prefeito (José Kessler) de general nazista, já que teria pisoteado uma fita com as cores nacionais tirada do casquete de um aluno. De acordo com o regulamento do colégio, vedava-se realmente alterar o fardamento e o padre prefeito exigiu a retirada imediata daquela fita verde-amarela em "V", o "V" da VITóRIA. O aluno protestou e o padre o prendeu até o final do dia e fê-lo escrever quinhentas vezes: "juro por Deus que nunca mais usarei a palavra VITóRIA", palavra então obrigatória para todo bom patriota brasileiro. O desenlace não teria sido outro. Cartazes fixados nas lojas da praça incitavam a população a ir ao colégio e "desnazificá-lo". E naquela mesma noite do dia 24 de agosto de 1941, formara-se uma passeata popular para atacar o colégio. Somente a intervenção do secretário de segurança pública conseguiu reter a vaga do povo. Segundo o secretário, o padre prefeito, mesmo sendo brasileiro naturalizado, teria agido imprudentemente. Para o padre diretor, o padre prefeito jamais falou contra o Brasil e acrescentou: - Nossa ordem está sendo perseguida pelos nazistas, muitos padres estão em campos de concentração e os senhores acham que nós aqui vamos trabalhar a favor desses nossos perseguidores? O padre Spieker, nos campos de concentração, foi obrigado a modelar altares em merda humana e nós vamos trabalhar por esses homens que assim perseguem os jesuítas na Alemanha? Um absurdo! Mas a passeata organizada havia sido desfeita.
No período estado-novista, não havia espaço para referenciais de condescendência e tolerância. Pelo contrário, toda ação do Estado e das instituições reconhecidas por ele deveria orientar e preparar os sujeitos para a epopéia de um Brasil vitorioso, hierarquizado e homogeneizado. Não seria por outra razão e com total zelo que os padres do Colégio Catarinense, "vítimas" de acusações antinacionais, prostraram-se a favor do regime varguista e dedicaram-se à obra da construção desta nova ordem social.
De imediato, para se livrarem de qualquer imagem negativa, rancor manifesto ou antipatia popular, tomavam medidas até certo ponto exageradas e extravagantes. Fato noticioso, por exemplo, foi a participação de seis padres do colégio no desfile do dia da bandeira de 1939. Ao tomarem parte da marcha pretendiam tão-somente, conforme declararam ao jornal "A Gazeta", "cumprir o dever de reservistas do glorioso exército nacional, lembrando dos heróicos feitos de Anchieta e mais sacerdotes coirmãos da ordem, que ombro a ombro com os soldados, ajudaram a defender a pátria brasileira!"16 Mesmo assim, o gesto patriótico motivou a chacota e a vaia por parte de alguns xenófobos contrariados.
Tirando essa e outras estroinices, reconheciam em Getúlio Vargas e nos agentes de sua administração pública e secreta a suprema autoridade da qual dependeriam a paz e a harmonia da nação. O cronista do colégio ao relatar em 1940 as comemorações do IV centenário da fundação da Companhia de Jesus, realizada em Florianópolis, assim se expressou:
E se a bondade de V. Excia. quis, assim, manifestar publicamente o aplauso do governo catarinense à atividade dos reverendos padres jesuítas em Santa Catarina, justo foi que, a esse ilustre governo e ao eminente interventor federal catarinense, se retribuíssem, no encerramento das comemorações, os aplausos significativos, pelos gestos que a nós todos dignificaram, como cristãos e como brasileiros! Viva o Exmo. Sr. dr. interventor federal! Viva o Brasil! Viva o grande presidente Getúlio Vargas.17
O descerramento do quadro do padre jesuíta José de Anchieta acontecera também nas comemorações do IV centenário da Companhia de Jesus, no Colégio Catarinense. Essa prática ritual conferia à cerimônia uma força regulamentar que implicava uma relação com um passado apropriado. Afinal, menos lembrado foi o próprio fundador, Inácio de Loyola. Ficaram por conta das figuras de Anchieta, Nóbrega e Vieira todos os discursos e pronunciamentos oficiais. isso traduzia o momento forte de efervescência nacionalista. Buscava-se nos jesuítas lusitanos e somente neles uma forjada continuidade de práticas tipicamente luso-brasileiras, consubstanciada na raça, na língua portuguesa e na fé católica. Apropriava-se de uma história em vista daquilo que se queria legitimar e construir no presente. E nas paredes do colégio, retratava-se o ideal de brasilidade.
Anchieta passara a ser "o pioneiro da consciência nacional e o símbolo da fé, da ciência, da virtude, do patriotismo"18, antes mesmo do nascimento da idéia de nação brasileira, simplesmente porque, para o momento estado-novista de criação de uma nova identidade nacional, "a juventude [do Colégio Catarinense] que aprendia o temor de Deus, que se formava no cultivo das ciências, não podia esquecer, que era dever de todos e imposto por Deus, o amor à pátria, o amor íntegro, o amor capaz de todos os sacrifícios".19 A glorificação de Anchieta era, portanto, uma espécie de reconhecimento das origens do Brasil e da renovação do batismo nacional.20 Por isso, Getúlio Vargas - ao considerar nacionais as homenagens à Companhia de Jesus, por motivo do IV centenário de sua fundação (Decreto no 6.355 de 27 de setembro de 1940) - declarara que a Companhia de Jesus teria realizado a base da civilização nacional e possibilitado a existência de uma cultura nacional do mais alto sentido, imprimindo à sociedade em formação a disciplina moral que perdurou.21
O processo de nacionalização que se efetivara e se impusera a este mundo escolar em particular, tirou da direção, é certo, a autonomia e a definição dos conteúdos curriculares, mas lhe assegurou um lugar de destaque. Afinal, sua alma cristã, seus moços da elite dirigente, seu esforço pelo regramento e sua adesão ao projeto nacional confirmavam e tranqüilizavam o governo federal.
O colégio era entendido como um aparelho óptico capaz de divisar o futuro. Como instituto secundário, era um mecanismo importante e influente para promover os ideais nacionais entre uma mocidade que deveria assumir as responsabilidades maiores dentro da nação. "Esses ideais deveriam levar ao trabalho sério pela grandeza, prosperidade e felicidade do Brasil, que Deus deu por pátria".22 E por isso, o Colégio Catarinense acabou tornando-se um lugar útil à religião e à pátria.
Notas
1 SCHULER, Padre Luiz. Apontamentos sobre a Fundação do Ginásio Catarinense em Florianópolis. Florianópolis, 20 de abril de 1923, p. 02. Mimeografado.
2 Ver SOUZA, Rogério Luiz de. Uma história inacabada: cem anos do Colégio Catarinense. São Leopoldo/RS: UNISINOS, 2005; e, DALLABRIDA, Norberto. A fabricação escolar das elites: o Ginásio Catarinense na Primeira República. Florianópolis: Cidade Futura, 2001.
3 A instrução secundária. Jornal O Dia. Florianópolis, 4 de outubro de 1905.
4 SCHULER, Padre Luiz. Op. cit., p. 02 (grifo meu).
5 Ver SOUZA, Rogério Luiz de. A Construção de uma Nova Ordem: Catolicismo e Ideal Nacional em Santa Catarina (1930-1945). Florianópolis, SC: UFSC, 1996 (Dissertação de Mestrado).
6 GINÁSIO CATARINENSE. Relatório. Florianópolis, 1938, p. 76.
7 Ver GIRARDET, Raoul. Mitos e Mitologias Políticas. São Paulo: Companhia da Letras, 1987.
8 GINáSIO CATARINENSE. Relatório. Florianópolis, 1938, p. 76.
9 GINáSIO CATARINENSE. Relatório - IV Centenário da Companhia de Jesus. Florianópolis, 1940, p. 61.
10 TERMOS DE VISITAS do Ginásio Catarinense. Mês de abril e maio. Florianópolis, 1939.
11 O jornal "O Apóstolo", órgão da Congregação Mariana Nossa Senhora do Desterro e fundado em 1929, era dirigido pelos padres jesuítas do Colégio Catarinense.
12 O Jornal Católico. Jornal O Apóstolo. Florianópolis, julho de 1930.
13 Ver HOBSAWM, Eric et RANGER, Terence (org.). A Invenção das Tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.
14 Ver GERTZ, René. O Perigo Alemão. Porto Alegre: Ed. da Universidade, UFRGS, 1991.
15 GIRARDET, Raoul. Op. cit., p. 55.
16 Em nome de todos os reservistas sacerdotes. Jornal A Gazeta. Florianópolis, 26 de novembro de 1939.
17 GINáSIO CATARINENSE. IV Centenário da Companhia de Jesus. Florianópolis, 1940, p. 45.
18 Idem, p. 16.
19 Idem, p. 16.
20 Idem, p. 37.
21 Idem, p. 01.
22 DIáRIO OFICIAL DO ESTADO. Florianópolis, 14 de novembro de 1938, p. 03.




