Boticas e farmácias na Campinas (SP) de fins do século XIX e primórdios do XX como espaços diversificados de "bate-papos"
Foi a partir de 1889 com uma das mais graves epidemias de febre amarela ocorridas em Campinas que múltiplas intervenções, inclusive com investimentos particulares, foram executadas visando principalmente à higienização da cidade, saúde e educação de seus moradores. A partir de então, cresceram as boticas/farmácias na cidade que passaram também a representar lócus significativos de sociabilidade, convivendo com glóbulos, tinturas e medicamentos alopáticos (tanto estrangeiros, quanto nacionais). Os anúncios da época salientavam, a fim de demonstrar a capacidade dos boticários, que as receitas eram aviadas rapidamente, com observância das leis sanitárias vigentes e a preços módicos.
Outros artigos de Maria Lúcia de Souza Rangel Ricci:
- Conflitos D’Italianità e Ambigüidades das Diferentes Societàs em Campinas e seus Distritos de Sousas e Joaquim Egídio (SP).
- Uma mudança radical fazendo renascer a Província de São Paulo nos derradeiros anos do Império
- O descompasso educacional em alguns bairros campineiros frente ao avanço tecnológico
- Trajetória de dois distritos de Campinas (SP): Sousas e Joaquim Egídio




